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Capítulo 105 - Virtualmente Invencível

Evalon: os Seis Lendários (E6L)

Capítulo 105 - Virtualmente Invencível

Autor: Tisso | Revisão: Matheus Freitas (Leia Serafim)

James havia deslizado, batendo sua cabeça no braço de pedra de Vector. Io logo reparou o arqueiro quase desmaiando e bateu em seu rosto com delicadeza para acordá-lo.

– Ei, ei James? – Ela deu alguns tapinhas enquanto o arqueiro se recuperava aos poucos.

– Sim...? – Ele murmurou com uma dor de cabeça extrema.

– Você tem certeza que não é melhor se recolher e ir dormir ou algo assim?

– Sim, pode deixar... – Ele falou, caindo para o lado cada vez mais, quando percebeu, ele estava deitado no colo de Vector vendo a gnoma segurada pela mão do golem o observando com um sorriso que não era um sorriso.

Era como se seu cérebro estivesse em uma câmara de tortura mental, com diversos sinos badalando simultaneamente, várias cores estouradas lhe doendo a vista, sua respiração inalava um gás que secava seus pulmões e a cada vez uma forma de tortura nova de tortura aparecia.

Todas não eram reais, podendo se considerar até delírios, mas muito piores. O uso do selo de velocidade somado ao uso do Ajuste foi um pedido de suicídio. A mente aumentada e estimulada do selo praticamente entrou em um modo de sobrecarga instantânea quando foi ativado o Ajuste.

O motivo de James ter sobrevivido era desconhecido, mas sua mente não totalmente humana seria provavelmente um dos motivos, o sangue de demônio uma segunda teoria.

Quando ouviu o narrador anunciando a entrada de Edward na área de combate ele se virou na direção, ainda deitado no colo de Vector. Aos poucos, ele arrumava a postura e se recuperava com mais aptidão, não era uma forma instantânea de cura, mas ele mesmo teve que admitir para si que ver a velha política de Pão e Circo na luta de gladiadores lhe esfriava a cabeça – mesmo que um dos gladiadores fosse seu amigo.

Foi quando Klaus tomou vantagem que James se focou seus olhos na luta e seus instintos ficaram eufóricos momentaneamente. A nevoa havia coberto quase que metade da arena, mas a figura do caçador era totalmente visível, ao contrário da de Edward que se camuflou no meio das nuvens brancas.

– Droga! – Ele afirmou instantaneamente. – É o mesmo que aconteceu em Suma!

– Hum? – Io questionou. – Suma?

– O que transformou ele no que vocês falam de “Punho de Fogo”, o soco que gerou uma gigantesca nuvem de areia que cobriu o coliseu insanamente.

– É uma situação semelhante... – Io afirmou, desviando o olhar para Klaus. – James, olha!

Quando o arqueiro focou seu olhar nas ações de Klaus, ele o viu sacar duas bombas, ambas jogadas em direções distintas. O estrondo não havia chegado para os ouvidos da plateia, mas logo em seguida o som de labaredas queimando em uma poça de óleo veio à tona junto de duas manchas líquidas de fogo surgiram entre a fumaça.

James rapidamente sacou sua luneta e direcionou seu foco para tentar achar alguma silhueta sequer no meio daquilo tudo, foi então que a figura ajoelhada do paladino apareceu em meio a fumaça.

Ele estava supostamente com a espada guardada, foi então que os tons do fogo mudaram, o vermelho, laranja e amarelo viraram tons de verde enquanto eram sugadas para a silhueta do paladino.

James já tinha visto aquele resultado em Harenae, mas ao invés de Edward usar apenas dos pecados de seu oponente, ele estava a absorver e usar o fogo a seu favor.

Porém, aquelas chamas não eram controladas. Assim como a metáfora do copo usada por Parysas, Edward estava com um líquido letal para si mesmo e ele podia desestabilizar e transbordar a qualquer momento.

– Uau! – Io afirmou deslumbrada, mesmo que ela fosse a detentora de uma relíquia divina, ver tal demonstração mágica era incrível.

– Edward está contornando a situação, isso é bom... – James afirmou de forma receosa. – As bombas de óleo e fogo podem ser sugadas não?

– Hum? – Murmurou intrigada. – Sim, por quê?

Após o uso da habilidade, as chamas verdes repeliram a fumaça branca, dando a visão deslumbrante do paladino envolto em chamas sagradas. Sua armadura metálica suja refletia as chamas expelidas de seus braços que subiam para os cotovelos e expandiam para sua arma e escudo.

Klaus correu para longe enquanto Edward se localizava. Novamente, o caçador arremessou mais duas bombas, essas, quando atingiram a área ao redor de Edward, espalharam um gás inflamável fulminante que só expandiu as chamas do paladino.

Nisso, James já havia notado uma recaída momentânea em Edward que parou de caminhar para respirar enquanto seu corpo todo era envolvido pelo fogo sagrado.

Io ria de alegria enquanto James observava quieto, o oponente tinha usado todas as bombas que ele possuía, só faltava uma, a que deixava tudo com uma estática verde.

Os efeitos dessa bomba não foram identificados por ninguém do grupo, ficando apenas catalogada como uma bomba de eletricidade, mas James não digeriu totalmente a desculpa.

– Ele sabia que isso iria acontecer... – James afirmou tremulo.

– Hum?

– Ele sabia que Edward iria usar a magia pra absorver o fogo uma hora ou outra! Ele sabia que não iria ganhar dele no corpo-a-corpo então o encurralou para que ele reproduzisse a maior chama possível...

– Bem... faz sentido, mas qual o objetivo que ele teria com isso?

– Alguém que não consegue se garantir em uma luta de espadas não iria atiçar um paladino que representasse tal ameaça...

James voltou seu foco para Klaus que sacou uma bomba final.

– Uma bomba simples não iria afetar Edward nesse ponto, seja uma de fragmentação ou de dano explosivo...

Por segundos, ele viu Edward recaindo e se instabilizando, mesmo não sabendo, Klaus pegou o paladino em um momento sentimentalmente instável.

“Pior momento emocional...” James pensou sozinho enquanto via lentamente Klaus soltar a bomba. “Emocional, instabilidade emocional, instabilidade, magia, instabilidade mágica...”

James soltou a luneta sem nem ao menos perceber enquanto a bomba expandia seus raios por uma área próxima ao caçador, tal área também envolvia Edward.

– Puta que pariu! – O grito de James ecoou por toda a arena, suplantando até mesmo os gritos eufóricos da plateia.

Sucedido do berro, uma explosão surreal de fogo ocorreu, cobrindo Edward e Klaus em segundos, ambos sendo isolados para lados distintos.

Edward teve sua armadura completamente arregaçada e deformava, seu escudo de ferro foi amassado como se fosse feito de uma única camada de metal. Os ferimentos vinham aos poucos com as deformidades nas placas de aço da armadura que o perfuraram e apertaram a níveis extremos.

A cada respiração sua pele raspava em um pedaço falho de metal, cada movimento era atrapalhado por um amasso que prensava seus músculos. Ele tentou se levantar, mas sentiu nisso uma dor infernal.

Dizer que o paladino estava morrendo talvez fosse um exagero, mas que ele não estava em condições de lutar era certo, principalmente somado a magia anterior. O ideal era a remoção de sua armadura para a continuação do combate, mas claro que o mesmo não podia removê-la sozinho.

Klaus não estava tão próximo da explosão, mas mesmo assim, a dor de ser aparado pela parede lhe deu pequenas fraturas internas. Quando viu Edward tentando se mexer, ele hesitou em pegar um de seus tubos de ensaio de liquido rosa, mas logo descartou a ideia.

O paladino não conseguia se mexer e logo foi considerado derrotado.

 Klaus se recolheu enquanto James, Vector e Io foram o ajudar. As mãos do golem conseguiram abrir o metal da armadura pesada com facilidade, com a ajuda do arqueiro o paladino começou a andar novamente, mas logo a ideia de ele ser carregado por Vector veio a calhar. Matheus Freitas: Edward perdeu, estou levemente satisfeito, mas não quero que ele morra.

Com o ar de derrota, eles andaram até a ferraria de Faufautua sendo encarados por olhares alheios que não acreditaram ao ver o Punho de Fogo derrotado, foi questão de tempo para que a notícia se espalhasse, em um dia ela era conhecida por toda cidade.

Quando eles entraram no lugar a semideusa os recepcionou. Conduzindo-os para um quarto com duas camas forradas para não mancharem, o grupo se reuniu novamente. Colocando Edward na segunda cama do local, ele começou a fazer companhia a Varis que ainda dormia.

– Pelo visto, a ideia de monopólio foi para o inferno... – Aquiles afirmou de forma pessimista. Matheus Freitas: O plano era realmente bem interessante e bem conveniente, mas... esqueceram de combinar com os russos.

– O que era aquilo? – Edward questionou, respirando lentamente enquanto tirava a camisa e cedia seu corpo para a cura de Voltten.

– A bomba de raio que não sabíamos a função. – James respondeu.

– Ela não produzia eletricidade? – Pulu questionou de uma forma completamente neutra e cabisbaixa.

– Ela instabiliza magias, e Edward não estava estável naturalmente.

– Uma explosão por falta de fé então? – Faufautua questionou, bebendo um pouco de seu cantil.

Todos ficaram calados e espantados pelos dizeres de Faufautua que desviou o olhar para o chão de forma depressiva.

– Eu diria que sim e não. – James afirmou com um suspiro. – Edward não perdeu por falta de fé, suas magias estavam em um estado de sessenta por cento de funcionamento.

– Ele estava destinado a falhar então? – Io questionou.

– Eu apenas usei dois dos cinco usos da magia. – Edward se justificou.

– Não é muito a questão de quantos usos você usou. – O arqueiro afirmou, fazendo o mesmo que Faufautua. – Ele usou do fogo para atiçar melhor sua magia, se você usasse mais, talvez teria se ferido mais, agradeça que as placas de metal supriram a defesa, seus ossos eram para estarem moídos.

– O estado do seu corpo não é ruim. – Voltten afirmou em um tom aliviado depois de terminar a análise. – Possui alguns cortes profundos e fraturas, claro, mas os ferimentos vão ser tratados em um tempo bom, não há risco de infecções se você for bem cuidado e não tem muitas fraturas preocupantes.

– Ótimo, uma noite de descanso vai resolver. – Faufautua afirmou retomando o otimismo.

– Eu comprei armas novas para o Varis. – Aquiles falou rapidamente. – Amanhã eu compro uma armadura nova pra você!

– Ótimo... – Edward afirmou, virando o rosto para o ladino dormente. – Qual o estado dele?

– Hum? – Voltten murmurou. – Extremamente debilitado.

– As fraturas que ele teve foram pequenas, mas eram em grande número, as partes quebradas das correntes acabaram por entrarem no corpo dele e os selos de cura fecharam os ferimentos antes que pudéssemos remover. – Faufautua continuou. – Temos que tirar o excesso de ferro no sangue, mas isso não é tão complicado quanto parece.

– Ele está com pedaços de metal pelo corpo então? – Edward indagou assustado.

– Os selos de cura conseguem corroer o metal interno, então não é um grande problema. – Pulu respondeu. – O único problema é a exaustão...

– Bem, temos dois dias. – James afirmou.

– Já sabemos que Pulu vai lutar, então Varis ganhou mais um dia de descanso. – Aquiles comentou.

– Eu acho que consigo tratar de você até o final do dia Edward. – Voltten afirmou em tom positivo.

– Ou seja, tudo está nas mãos de você, gentleman. – Faufautua direcionou a fala a James enquanto bebia. Logo todos estavam lhe encarando.

O arqueiro ficou levemente intimidado.

– Eu não sei como essa bomba iria funcionar nos selos de Pulu, mas nesse golem ela explodiria na hora a relíquia. – Faufautua insinuou colocando ainda mais a responsabilidade em James.

– Ele não usa uma armadura forte ou um escudo para lhe atrapalhar. – Edward continuou.

– E em último caso, nós temos isso. – Aquiles falou enquanto tirava uma das três bombas que Varis fez da mochila. – Sabe como usar?

– Hum? – James caminhou na direção do cavaleiro e pegou a bomba, supondo seu peso e ângulos de arremesso. – É meio frágil demais, mas eu acho que vai servir para ajudar.

– Eu também vi que ele possuía duas poções... – Afirmou Edward após uma breve reflexão. – Elas possuíam uma cor rosada e aparentavam estar em um lugar de saque rápido, junto disso eles pareciam mais resistentes...

– Poções? – Faufautua questionou impressionada. – Não ouço isso a umas décadas.

– Poções ser o que? – Glans questionou.

– É tipo um líquido que atua como um remédio ou estimulante, normalmente são mágicos ou com complexidade do tipo. – Aquiles afirmou de forma mundana. – Eram comuns entre os alquimistas, mas os alquimistas foram quase extintos da existência.

– Desde a morte da deusa da alquimia, elas são usadas apenas nas escolas de magia na Inglaterra e Camellot, só lá possuem pessoas que fazem poções. – Voltten complementou.

– Coitada da Tetra, mais associada a alquimia do que o que ela realmente era para ser. – Faufautua ironizou suavemente.

Os ouvintes não entenderam muito do comentário, mas continuaram a seguir o diálogo.

– Um líquido rosado pode ser qualquer coisa, se tratando de uma poção que pode ser mágica ou não, o que seria ainda pior. – Voltten afirmou de maneira pessimista.

– Conheço chás e gosmas líquidas de coloração rosada, mas não deve ser algo tão básico. – James complementou.

– Vamos esperar o pior então... – Aquiles afirmou, se direcionando para o canto do quarto e se sentando lentamente.

– O que seria o pior? – Glans perguntou.

– Um outro semideus? – Faufautua sugeriu rapidamente. – Apesar de eu duvidar.

– Um caçador sempre deve estar pronto para qualquer situação, então nada faria mais sentido do que fazer ele se tornar um ser virtualmente invencível... – James murmurou, abrindo um novo horizonte em sua mente.

– Um ser virtualmente invencível? – Pulu perguntou.

– Faz um certo sentido... – Voltten falou em um tom pensativo.

– Um ser virtualmente invencível... o que seria isso? – Edward perguntou.

– Qual seria o conceito de “invencível”? – Pulu olhou para os presentes.

Depois daquilo, ele ouviu uma risada inconsciente do canto da sala, quando todos olharam para Aquiles ele se levantou.

– Nada. – ele afirmou.

– Hum? – todos murmuraram intrigados.

– Gigantes, necromantes, demônios, anões, assassinos, bruxos, nada foi invencível até agora... – Aquiles afirmou de forma otimista, alavancando a moral de sua equipe. – Conseguimos matar um gigante que era supostamente invencível, conseguimos matar um bruxo meio humano meio demônio que era supostamente invencível, conseguimos matar um necromante que dominou uma cidade inteira por supostamente um século e ele também não era invencível.

– O que diabos você está falando? – James perguntou de forma cínica.

– Se existe algo que é invencível, somos nós seis.

– Obrigado pela exclusão. – Retrucou Io.

– Calada aí o pintora de rodapé. – Aquiles afirmou rapidamente. – Nós seis fizemos história, não só na região, na religião de Tac Nyan. Nós fizemos história nesse planeta. Nós somos um marco de Evalon, independente do futuro, as lendas do Punho de Fogo, da Cobra de Duas cabeças, do Demônio da Artilharia, de nós como um todo, elas vão ecoar lentamente pelo mundo.Matheus Freitas: Eh... Quem acertou a cabeça do Aquiles? Ele enlouqueceu? Kkkkk

– Esse otimismo é falho e fútil. – Faufautua afirmou decepcionada.

– De acordo. – Io complementou.

– Mas ele está certo... – Edward afirmou pensativo. – Se chegamos até aqui é porquê nada nos parou, então por que não seguir adiante? Já colocamos tudo a perder antes mesmo.

– Mesmo que seja um egocentrismo besta, isso realmente traz um sentimento bom. – Voltten continuou apreensivo. – Olhando para trás é estranho, mas tudo que nós passamos nesse último ano, tudo isso traz um sentimento de determinação.

– Então para nós não tem nada impossível? – James questionou incomodado.

– O impossível não existe. – Varis murmurou ainda de olhos fechados. – Apenas o improvável, seus livros não te ensinaram isso?

Todos se calaram enquanto o ladino se ajeitava e abria os olhos lentamente.

– Ainda dói. – Ele afirmou com um suspiro.

– Nós ser um time virtualmente invencível?

– Sim, nós somos. – Aquiles afirmou se aproximando e ficando no centro de seu time.

– Se for para ser assim, somos mais que um time. – Edward afirmou chamando a atenção de Edward e James instantaneamente. – Eu não diria que uma família, mas algo que vai além de um grupo de pessoas.

– Se parar para pensar, não temos um nome, sempre fomos chamados de “equipe de resgate” ou “soldados especiais”. – Voltten afirmou pensativo e empolgado.

– Acho que depois desse tempo merecemos um nome então. – James afirmou, entrando na onda do grupo.

– Está decidido então. – Aquiles tomou a atenção de todos. – Dol. Varis, Edward Leurice, Glansis, Jameson Frankenstein e Raginel Voltten, pelo poder imposto a mim, Aquiles Hyden, descendente indireto de Kaplar Hyden e futuro líder dos Cavaleiros Negros... – A cada palavra, Aquiles ficava mais e mais imponente, aos poucos, a figura de um cavaleiro casual era substituída por a de um grande líder militar que ditava as novas regras. – Eu nomeio oficialmente nosso grupo de “Seis Lendários”. Matheus Freitas: Ih alá, o Aquiles pirou de vez!!! Segura o maluco que ele tá doente.

O silêncio se instaurou por alguns segundos, todos estavam com expressões neutras.

– Que nome merda. – Faufautua comentou rapidamente. Matheus Freitas: O Tisso ficou triste com isso Faufautua... Tisso: make sense

– Eu sou obrigado a concordar. – Pulu afirmou envergonhado.

– Hum? – Aquiles murmurou confuso. – Certo, certo, reformulando... Um minuto.

– Não. – Interrompeu Edward. – É um bom nome.

– Certeza? – Varis comentou.

– Eu estou de acordo com Edward. – Voltten complementou.

– Bem, é minimalista e direto, não fica enrolando com misticismo. – James retrucou.

Quando ele se virou para Glans, o mesmo esboçou um sorriso humilde.

– Então está decidido. – Aquiles afirmou animado. – Nossa missão ainda não acabou, a história não está completa e cabe a nós colocar um ponto final!

– Vocês ainda aceitam ajuda? – Io caçoou rapidamente.

– A política dos Cavaleiros Negros é de braços abertos.

– Então é melhor seus braços nos acolherem quando esse plano der errado. – Faufautua afirmou de forma irônica. Matheus Freitas: Faufautua está sendo um poço de bom senso.

– Vai ser um prazer ajudar. – Pulu completou.

Aquiles se virou para James logo em seguida, colocando o punho fechado no peito do arqueiro.

– Vai lá e arrebenta com o caçador amanhã. – O cavaleiro afirmou com um sorriso no rosto. – Todos estamos com você!

Em sequência, todos confirmaram as palavras com um grito de coragem que o acompanhou. James suspirou com um sorriso de canto de boca.

– Vai ser um prazer te decepcionar. – Ironizou, unindo o antebraço com o do cavaleiro, formando um X.

Por Tisso | 30/03/21 às 20:59 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Magia, Mitologia