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Capítulo 89 - Final das Modalidades e Início da Preparação

Evalon: os Seis Lendários (E6L)

Capítulo 89 - Final das Modalidades e Início da Preparação

Revisão: Matheus Freitas (Leia SZPS)

– Dois resultados duzentos e cinquenta, praticamente tenho a nota máxima em duas modalidades... – Varis olhou para seus companheiros com um sorriso no rosto, enquanto Aquiles e Edward estavam deitados no chão desgastados. – Com inveja?

– Passar dos duzentos já deve ter sido algo bom. – James comentou. – Cento e setenta, até que foi aceitável.

– Apesar de nós três conseguirmos duzentos pontos, vocês mal saíram dos duzentos se parar para ver. – Varis debochou, entregando as fichas para os amigos que as examinaram.

– Duzentos e vinte... – Aquiles murmurou.

– O mesmo... – Edward completou.

– Você acaba de subir um nível na minha tabela de respeito Edward.

– Obrigado, eu acho.

– Minhas pernas estão tremendo, acho melhor esperar um pouco... – Varis visou o banco que Voltten e Faufautua estavam, ele reconheceu o mago desmaiado enquanto Glans o deixava estável e Faufautua aplicava selos em seus membros. – Ei, o que deu alí?

– Hum? – James olhou para os amigos junto do ladino. – Boa questão, se Glans está lá, então não foi algo que partiu de Faufautua. Melhor irmos checar?

– De acordo... – Varis andou rapidamente, pulando pelos corpos deitados dos amigos. – Boa sorte aí grandões.

Se aproximando dos três, Varis reparou de imediato a faceta morta de Voltten. O mago parecia desacordado e que tinha passado por uma horrível e tenebrosa batalha.

O ladino e o arqueiro sabiam do emocional e das reações de Voltten. O mesmo era muito envergonhado e receoso, mas quando colocado sob pressão, ele fica completamente focado em um nível assustador. Esse conhecimento veio baseado nos relatos de Glans, quando o grupo estava dividido ou em casos separados em Cartan.

– O que aconteceu com Voltten? – Varis questionou, se aproximando do mago, observando a aplicação dos selos de Faufautua.

– Ei, sai fora. – Ela o afastou com um chute, enquanto ainda focava em Voltten. – Ele teve um desmaio por estresse, não é grande coisa. Eu estou tentando acordar ele.

– O que aconteceu pra ele chegar nesse ponto. – James ficou intrigado, ele pegou o rosto do elfo e o estudou com cuidado. – Ele ainda está respirando e o corpo está quente.

– O motivo disso é meio complexo, melhor esperar as avaliações acabarem para resolver isso. – Faufautua disse depois de terminar de aplicar dois selos em cada um dos quatro membros principais de Voltten. – Glans, coloque ele no chão.

O draconato obedeceu enquanto os dois amigos olhavam de fora. Faufautua criou um último selo e abriu um pouco o peito de Voltten.

– O que vai acontecer com isso? – Varis questionou intrigado.

– Eu apliquei dois selos, um de regeneração e outro de condução elétrica. – Quando ela colocou o último selo no peito do elfo, ela o deixou à mercê. – A lógica é que o sistema nervoso dele vai dar um estimulo e os selos de cura vão acordar.

– É uma boa lógica, já fez isso antes? – James perguntou seriamente.

– Eh... algumas vezes.

– Isso não passou confiança. – Varis sorriu ironicamente.

– Não precisa passar confiança, só precisa funcionar.

– Eu acho que não seria muito bom a gente ir só nas suposições...

– Quebrar selos! – Faufautua interrompeu de forma dominante, ativando os selos todos ao mesmo tempo.

Fios de energia azul passaram pelas roupas de Voltten e, de uma forma semelhante a uma bobina de tesla humana, o mago começou a tremer enquanto abria os olhos com uma expressão de dor. Matheus Freitas:  A bobina de Tesla é um transformador ressonante capaz de gerar uma tensão altíssima com grande simplicidade de construção, foi inventado por Nikola Tesla por volta de 1890. Agora a pergunta, de onde diabos o Tisso tirou tal referência? Tisso: Sinto que estou sendo subestimado.

Passando dois minutos, aquilo acabou com o cheiro de queimado vindo dos longos cabelos de Voltten.

– Eu sinto que eu morri e fui trazido de volta à vida. – Voltten afirmou suando frio.

– Relaxa, você só passou por uma paralisia do sono. – Faufautua disse rindo um pouco. – Nada de preocupante.

– Eu tenho quase certeza que essa afirmação está errada. – Retrucou, se levantando com uma pequena dor de cabeça.

– Ninguém se importa, não é mesmo? – Ironizou.

Depois de um certo tempo, Edward e Aquiles voltaram para o grupo, assim como Pulu. O jovem sorridente foi em direção a Faufautua.

– Olha, Faufautua, duzentos e cinquenta pontos em tiro ao alvo. – Ele mostrou sua ficha com um grande sorriso.

– O que exatamente você arremessou ou atirou? – James perguntou com surpresa.

– Minha magia pode ser projetada no ar. – Ele falou com orgulho – Eu praticamente quebrei os alvos no meio.

– Hum, assim como as armas do leilão... – Aquiles comentou.

– Exato! – Respondeu. – Eu vou tentar o teste de resistência física agora.

– Acho que Glans ir também. – O draconato se levantou e seguiu Pulu.

Com os dois abandonando o grupo, os quatro se sentaram para descansar.

– Quinhentos pontos... – Varis murmurou. – Qual será a média pra entrar no torneio?

– Quatrocentos e vinte... – James contrapôs. – O ideal é que todos nós entremos nisso, digo, somos os “soldados especiais”, não?

Voltten encarou James enquanto a faceta de medo brotava.

– Quatrocentos e setenta... – Aquiles murmurou incomodado. – Ainda não estou de acordo com isso.

– Parando para pensar é possível que Pulu consiga uma nota maior que todos nós... – Edward afirmou pensativo. – Ele tem qualificações gerais ao contrário das nossas de nicho. Ele pode muito bem se qualificar nas quatro modalidades, fora que, só possui quatrocentos e cinquenta pontos.

– O garoto tem talento então? – James riu de forma irônica.

– É claro que ele tem talento, eu não investi anos da minha vida para ele não apresentar resultados ruins. – Faufautua afirmou de forma convencida. – Aliás, eu estava esquecendo. – Ela pegou uma caixa de chá recheada de selos com cores verdes vibrantes.

– O que é isso? – Varis se aproximou da caixa.

– São selos de cura e reforço. – Ela entregou uma para Varis, Edward, Aquiles e James. – Elas recuperam a energia do usuário. – Ela fez uma pausa e mostrou um sorriso. – Mas depois que a magia acaba, você morre de cansaço, pelo menos, nos seus casos.

– Nossos casos? – Aquiles perguntou, achando essas palavras estranhas.

– Seus corpos não são acostumados com o uso desses selos, como contrapartida, vocês terão essa penalidade, por isso achei que seria melhor dar eles na última modalidade que vocês participariam.

– É uma boa opção... – Varis afirmou. – Onde devemos colar ele?

– De preferência no braço. – Faufautua respondeu. – Ele vai durar uns cinco minutos e se ativam quando você falar “quebrar selo”. Usem com sabedoria.

– Bem, pelo menos vai dar uma moral nos músculos... – James olhou para os próprios braços meio fracos quando comparados aos de Edward, Glans e Aquiles. – Aquiles, qual era as medidas para o teste de força?

– Medidas? – Aquiles demorou um pouco para responder. – Algo do tipo “cinquenta quilos, cinquenta pontos”.

– Hum...

– O que está pensando? – Edward perguntou.

– O aprimoramento de força dura apenas cinco minutos, a estratégia menos útil seria usar os três de uma vez. – James começou a pensar. – O ideal é irmos individualmente. Supostamente, vamos ter que esperar um tempo para nos recuperar, suponhamos que seja dois minutos.

– Onde quer chegar? – Varis não estava entendendo.

– O primeiro a ir vai ter que ser auxiliado pelos outros dois que vão armar os pesos. Vamos começar com cem quilos, é o normal que nós conseguiríamos se olharmos por cima. – Ele apontou para os pesos da ala de teste de força. – Entenderam o que fazer?

– Uma pessoa foca em levantar peso e os outros dois ficam colocando mais até que seja atingido o limite, depois as posições serão trocadas. De fato, é algo que irá maximizar os selos. – Edward supôs de uma forma pensativa e lógica.

– Exato!

– Eu tenho uma pergunta. – Aquiles chamou a atenção.

Os três olham para o cavaleiro sem muita expressão.

– Sim? – James questionou intrigado.

– Onde eu entro nisso?

– Você não entra... – James falou com uma voz estranha.

– Você já fez os testes de força e resistência, não tem mais nada pra fazer. – Varis complementou.

– É sério?

– Você demorou tanto tempo para perceber? – Edward perguntou, estranhando a dúvida do amigo.

– Isso me dá nos nervos... – Aquiles bufou. Depois ele se virou para Faufautua. – Ei, esse selo me dá uma precisão melhor?

– Hum? – A ex-deusa se virou para o cavaleiro. – Chuto que sim.

– Chuta...

– Isso é o suficiente! – Aquiles colou o selo em seu braço e correu para ala de tiro ao alvo. – Vejo vocês em cinco minutos!

– Isso é normal? – Faufautua perguntou sem saber o que dizer.

– Sim... – Os três responderam de forma envergonhada.

– Acho que o melhor é ir você primeiro James. – Varis apontou, voltando para o plano original dos três. – Acho que entre nós, você é o mais fraco fisicamente... sem ofensa.

– Não foi uma ofensa, isso é um fato. – Quando olhou para a área de treino de resistência, vendo Pulo e Glans correndo, ele viu que não teria mais o que fazer além do último teste. – Bem, vamos?

– Claro, claro... – Edward se levantou e fez breves alongamentos, assim como Varis.

Os três ficaram de frente com uma das barras com os pesos postos. Rapidamente, os elfos negros tiram os pesos menores, deixando somente cem quilos padrões do plano. Enquanto isso, James aplicou o selo em seu braço enquanto suspirava.

– Prontos? – Ele perguntou.

– Faça as honras. – Varis já estava pronto para pegar os pesos menores que cinquenta quilos.

– Certo... – O arqueiro tremeu e lembrou do que ocorreu com seu amigo mago, sentindo o receio de uma descarga elétrica correndo pelo seu corpo. Ele se recompôs e tomou coragem. – Quebrar selo. – Ele murmurou, iniciando o funcionamento da magia.

Não foi a corrente elétrica devastadora que ele esperava, mas sim uma fisgada em todos seus nervos, como se eles estivessem queimando internamente. Quando foi gritar, ele não conseguiu expelir ar de seu corpo, mas quando respirou, ele sentiu o prazer que aquela magia trazia.

Era quase um estimulante, as veias quentes se acomodaram e fizeram os músculos ficarem preparados, algo que seria semelhante a um treinamento intenso de musculação misturado com uma dieta extrema de proteína.

– James... – Edward estalou os dedos na frente do arqueiro para que ele voltasse a realidade.

– Já foram dois minutos? – Ele perguntou.

– Não, quatro. – Varis respondeu de forma seca.

A ficha caiu lentamente enquanto ele se acostumava com a magia. O arqueiro ignorou de imediato o prazer e as sensações boas e focou somente em levantar o peso.

Os cem quilos viraram cento e cinquenta com um pouco de dificuldade, e esses cento e cinquenta viraram cento e setenta e cinco. O Arqueiro não conseguiu passar daquilo, mas quando se deu conta o efeito do selo não tinha passado.

– Mas como? – Ele ficou surpreso, achando que tinha aumentado de forma natural os efeitos do selo. – Mesmo com quatro minutos descansando, eu ainda estou sobre o efeito do selo, isso é surrealmente...

– Quatro minutos? – Varis perguntou com uma risada. – Ah, desculpa, eu quis dizer um minuto e meio, o efeito irá acabar daqui a pouco. Matheus Freitas: Varis sendo o Varis, eu gosto disso. Hehe.

– Que? – James se virou para Varis sem reação.

– Em parte foi bom, você deu o máximo do seu potencial e...

– Varis seu... – James tentou dar um passo na direção de Varis, mas logo o cansaço e a fadiga o derrubaram.

– James! – Os elfos negros correram na direção do amigo caído, colocando sua cabeça nos braços do paladino.

James olhou nos olhos de Varis como se estivesse em seu leito de morte. Ele pegou nas mãos do ladino e pôs um sorriso no rosto.

– Varis...

– Sim, fale, eu vou te ouvir, meu querido amigo. – Ele respondeu com um enorme sorriso simpático.

– Vai pro inferno... – James cerrou os dentes antes de desmaiar.

– Terá que esperar minha morte para isso. – Varis ironizou, checando o pulso e a respiração do arqueiro. – Esse efeito colateral é bizarro, mas para o James levantar cento e setenta e cinco quilos e ficar tão de boa como está agora é meio surreal. Matheus Freitas: Na moral, o Varis é a alma do negócio! Sem ele tudo iria para o buraco.

– Bem, vamos lá. – Edward levou o amigo até Voltten e Faufautua que estavam conversando com Pulu e Glans. – Salve!

– Oh, James! – Glans se pôs a caminhar em direção dos amigos preocupado.

– Relaxa, ele só está desacordado. – Varis acalmou o draconato enquanto o paladino colocava o arqueiro para descansar. – Alias, como foi para vocês o teste de resistência.

– Glans ficar com máximo! – O draconato respondeu orgulhoso.

– E eu com cento e cinquenta. – Pulu afirmou complementando animado. Matheus Freitas: Agora que vim me tocar, mas essa galera que luta contra demônios e o escambau tem problemas para correr 5 kms? Mano, como ainda existe gente viva nesse mundo???

– Quinhentos e seiscentos pontos, boa! – Varis assentiu. – Alias Glans, já tentou fazer aquela coisa de “cuspir fogo” que o Aquiles vive falando que você faz quando arrota álcool? Isso pode ser considerado magia talvez, não?

– Hum? Eu poder tentar, mas precisar de bebida...

– Ah, eu sei, sei! – Pulu correu para Faufautua, pedindo rapidamente o cantil de metal dela e voltando para o draconato. – Esse é o porre mais forte que você vai ver na sua vida.

– Hum... – Glans pegou e abriu gentilmente o cantil e cheirou o gargalo, sentindo o fedor de um ser pútrido queimando em um pântano isolado do resto do mundo. – Minhas narinas doer...

– Isso é bom, vai lá e cospe fogo, “Escamoso”! – Varis falou, mas estranhou a própria fala. – Fica estranho quando não é o Aquiles que fala, enfim, você consegue.

– Certo! – Respondeu deixando os amigos.

– Aliás, o que deu com o Aquiles e o selo dele? – Varis olhou para Pulu.

– Ele ainda não voltou...

Novamente, um grito foi ouvido, mas dessa vez era um grito de ânimo selvagem de um animal em seu ápice, quando olharam para a ala de tiro ao alvo, Varis, Pulu e todos os que estavam lá puderam ver o grande ser, que já era moldado em um fisiculturismo perfeito, explodindo em testosterona.

Ele possuía cinco machados, mas cada um deles foi arremessado de uma forma que eles jogavam o alvo para trás de forma natural.

– Bem, acho que agora ele tem dois minutos. – Varis comentou, seguindo a lógica que James apresentou.

– Hum? – Pulu olhou intrigado.

– Um minuto e meio... – Varis contou nos dedos enquanto o barulho dos machados batendo nos alvos era ouvido.

Aquiles bateu na mesa para apressar o jurado e pegou a ficha de registro de forma violenta.

– Setenta, sessenta e nove, sessenta e oito...

Quando Aquiles viu Pulu, seguiu seus instintos e foi correndo atacar o jovem que se sentiu apreensivo perante aquilo.

– Senhor Varis... – Pulu pegou no braço de Varis assustado. – Ele vai fazer o que?

– Dez, nove, oito... – Varis já tinha previsto o que ia acontecer e rapidamente deu um passo para trás, enquanto puxava Pulu junto dele. – Três, dois, um...

Ao terminar de contar, Aquiles caiu duro no chão em meio a corrida. Fazendo seu corpo quicar e acabar nos pés do ladino ao terminar sua trajetória.

– O Aquiles também caiu! – Varis pegou nos braços quentes do cavaleiro e o arrastou como um saco de batatas para junto de James. – Cem pontos no tiro ao alvo, parabéns aí. – Ele falou para o corpo desacordado de Aquiles.

– Não tem problema se... – Pulu tentou falar algo, mas o emanar de uma gigantesca chama vermelha sangue foi iniciada na ala de avaliação mágica.

De forma pasma, ele viu as chamas reais de um dragão, ou pelo menos, um parente próximo a ele. Era uma vista única na vida, afinal, todos os dragões estavam supostamente extintos.

– Ei, Pulu! – Varis chamou o jovem, que demorou para voltar a realidade. – Precisamos de duas pessoas para fazer isso e não esperávamos que o James fosse quase partir dessa para uma melhor.

– Ah... Claro. – Rapidamente, o jovem correu na direção de Varis.

Quando todos estavam reunidos, o plano iria continuar.

– Certo, acho que o próximo a ir sou eu, você só precisa ficar trocando os pesos e adicionando a cada rodada, consegue fazer isso, Pulu? – Varis questiona rapidamente.

– Sim! – Ele assentiu.

– Boa! Então lá vamos nós... de novo!

Frente a barra de peso, Varis balançou a cabeça e se preparou psicologicamente.

– Tenho quinhentos pontos, acho que mais cento e cinquenta é o suficiente. – Sem nem ao menos pedir, Pulu e Edward adequaram o peso ao pedido do ladino. – É, lá vai! – Varis colou o selo no braço com leve receio. – Ei Pulu, qual a chance de um novato desmaiar pelo efeito do selo?

– Hum? – Ele pensou um pouco. – Sei lá, uns oitenta por cento...

– Certo... – Varis suspirou. – Alias, Edward.

– O que? – Edward perguntou intrigado.

– Eu estava questionando a ética e moralidade por usarmos estimulantes musculares para conseguir um melhor resultado. – Varis comentou de forma indiferente. – Não é algo muito legal de se fazer, não? Matheus Freitas: Tá vendo, o único sensato! Eu iria fazer essa pergunta no final! Esse bando de trapaceiro fazendo essas coisas aí! Cadê os juízes? São juízes do futebol sem VAR?(Ou com VAR, depende do seu time...) Tisso: Olha, em parte os juízes deixaram um cara explodir os alvos com magia pra dar nota de tiro ao alvo, se existir um estimulante no meio é o de menos. Matheus Freitas: TRAPAÇA!!! BANDO RE TRAPACEIROS!!! KKKKK

– Você está insinuando o que?

– Eu só estou comentando, vai que seu juramento de paladino entre em conflito isso e seus membros explodam com a magia santa. – As palavras do ladino foram vagas, mas deixaram o paladino pensativo. – Bem, não me importo, afinal, eu não tenho nenhuma fé que me acorrente. Vamos lá! Quebrar selo!

O mesmo que aconteceu com James aconteceu com Varis, mas dessa vez, foi algo que o ladino já experimentou anteriormente em seus sonhos e quando os curandeiros e magos, tanto os de Suma quanto os de Cartan, aplicavam em seu corpo, mas aquilo era elevada a potência máxima.

Logo depois dos dois minutos de ajuste, Varis levantou com uma facilidade considerável os centos e cinquenta quilos, os próximos cento e setenta e cinco foram complicados, mas os duzentos elevaram os músculos do ladino ao máximo, mas incrivelmente ele conseguiu fazer o feito antes do estimulante acabar.

O ladino abandonou os pesos e caminhou para junto dos corpos desmaiados de Aquiles e James. Faufautua e Voltten encararam o ladino, que apenas se sentou ao lado deles, se apoiando no banco.

– E aí, o que achou? – Faufautua perguntou com um sorriso.

– Isso foi do caralho. – Varis falou antes de desmaiar. Matheus Freitas: Bons sonhos Varis, durma bem.

Por Tisso | 21/01/21 às 21:01 | Ação, Aventura, Fantasia, Sobrenatural, Magia, Mitologia